• Inhabitat

GÊNERO: poesia | FORMATO: 14X21 | ANO: 2020 | PÁGINAS: 130| Pólen soft 80 gr.

SINOPSE: Encontramos em Inhabitat reflexos do ser fragmentado pela experiência atravessada por imprevistos, de projetos inacabados a sonhos interrompidos. Como definir esse olhar poético que testemunha o paradoxo da liberdade humana? A tensão entre o ser e o não ser, o não estar e o estar, a morte e a vida parecem atravessar o livro, como uma nota dissonante, ainda que disfarçada de retrato de um dia comum. Um livro difícil de ser decifrado já é, por si só, um triunfo literário. Os poemas curtos desenham uma unidade de impressão e de efeito a que E. A. Poe se referia como totalidade. No caso de Inhabitat, trata-se de uma totalidade em crise, fraturada, aqui e ali, por contradições internas. A ironia é a atitude dominante diante dessas contradições com que o ser digladia para a sua reinvenção. A transitoriedade guarda a permanência, com a condição de que o ser construa uma filosofia qualquer sobre o tempo. Assim a condição humana prossegue buscando refazer a unidade consciente a partir da experiência, enquanto o ser segue vivendo. Um livro sobre o tempo busca, enfim, a permanência na transitoriedade.


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Etiquetas: Candeeiro