• Tudo que arde em minha garganta sem voz

GÊNERO:  Poesia                 

FORMATO: 14X21 | ANO: 2016             

PÁGINAS: 112| Pólen Soft 90 gr


SINOPSE:

Como diz Matheus Peleteiro sua escrita é um pedido de socorro, não daquelas súplicas individuais que vem nos momentos ápices de solidão, mas sim, daquele desespero conjunto, compartilhado por todos à medida que os prazeres flutuam sobre os dias violentos, sobre a sociedade caótica. É uma escrita que nasce do anseio da humanidade. Na poesia “Queria escrever um poema sobre a minha cidade”, o autor desabafa o sentimento tangente a toda a sua obra, as sensações de perplexidade que o tomam ultrajando sua sensibilidade desejosa por retratar as belezas, mas que, em vista da devastação do mundo, da poluição, da insensibilidade coletiva acaba suprimindo sua capacidade de contemplação. Matheus dá voz ao trabalhador fatigado, falando das dificuldades de viver sabendo que o percurso da existência é um acordo desigual entre as partes do querer e os deveres da obrigação, de modo que, o ser humano vive nos empregos rotineiros que odeia, na inevitabilidade de aceitar as normas da vida, como meio de sobrevivência. Com esse olhar para os aflitos, o autor fala também dos caminhos da vida que vão se fazendo contra o gosto dos desejos, exemplificando a dançarina que se tornou advogada, o escritor que se torna funcionário público e assim vai denunciando esta cadeia de condicionamentos tão desgastantes. Matheus que edifica sua escrita como válvula de escapa, destaca que “Tudo O Que Arde Em Sua Garganta Sem Voz”, existe melhor nas palavras, porque aquilo que lhe emudece a voz, como suas angústias e tristezas, encontram meio de se expressarem na escrita.


 

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Tudo que arde em minha garganta sem voz

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Etiquetas: Poesia