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Confraria Poética Feminina II

Autora: Rita Queiroz

GÊNERO: Poesia (Selo Lampejos)
ISBN: 978-85-5833-360-3 | ANO: 2018
FORMATO: 16X23 
PÁGINAS:  216 | Pólen Bold 90gr

 

SINOPSE: Quando um coletivo se forma, erguem-se também a pluralidade das vozes, que enquanto individuais comungam pensamentos, conceitos, abstrações. Enquanto poetas e mulheres, todas estas escritoras unidas são como pontos de costura, já que, a imagem de tecelã é utilizada, enfaticamente na obra, revelando por um lado os estereótipos femininos e por outro, metaforizado o próprio labor poético, que como meio de costura desdobra-se na criação dos versos. Falando em coletividade, pertinente é citar o psiquiatra suíço Carl Jung, profissional que trouxe ao conhecimento intelectual a revelação das forças psíquicas da hereditariedade e da coletividade, assim sendo, enquanto criaturas individuais o ser humano traz em si o potencial de um conhecimento inconsciente, de imagens, de personalidades, e de influências ancestrais, mas que passam de geração em geração. Neste sentido, as diversas vozes que dialogam na obra, se revelam, criticam e se escancaram trazem enquanto poetas singulares e individuais, a racionabilidade de ideias, queixas, reivindicações e sentimentalismos que são plurais e coletivas, assim sendo, quando um verso diz, “Mas essa dor pungente que adormece com os homens / Gradativamente há de sarar,, e converter-se-á / Na mais bela poesia coletiva feminina / Enraizada no âmago das suas vidas”, é porque todas as poetas, assim como todos os humanos sentem “a dor pungente”, e também sabem pela força da fé, que “as dores hão de sarar”.

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