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AUTORES

Raquel Naveira

A expressão idiomática “Mar de Rosas” nos reporta a várias imagens: um barquinho flutuando em mar sereno e bonançoso; um período de paz e felicidade; a tranquilidade de um lago suíço no meio da neve; uma chuva de pétalas vermelhas, de aroma agradável, caindo em profusão sobre um corpo de mulher. Na crônica “Mar de Rosas”, que abre estelivro, apresenta-se uma faceta nova dessa enunciação, desse dito popular: a ironia ligada à impossibilidade da vida ser um mar de rosas. “A realidade que não se sustenta em nossa navegação pelos mares bravios da existência”. A beleza das rosas, mesmo entre os espinhos das adversidades.